Revista VIDA SIMPLES, novembro de 2012

Indignada com o estado crítico da estrutura de Salvador, a jornalista Débora Didonê criou o movimento Canteiros Coletivos.
“A essência do projeto é o resgate da cidadania”, diz Débora.
Dessa maneira, canteiros abandonados e sujos viram, depois de uma limpeza, espaços de plantio, para oficinas ou piqueniques e para abrigar expressões artísticas, entre outras possibilidades.

CORREIO DA BAHIA, 29 de janeiro de 2013

Você já pensou em plantar uma árvore, limpar um canteiro público ou arrumar uma escadaria? Apesar de ser uma obrigação do Estado e das prefeituras, isso faz parte da rotina de alguns cidadãos – bem ativos. Organizando-se em grande parte pela internet, eles descobriram diferentes manteiras de cuidar do espaço público. E como seria fazer uma reportagem sobre estas ações sem o uso da rede?

A TARDE, 8 de julho de 2013

A cena é velha conhecida de muita gente: duas amigas adolescentes conversam animadamente antes de dormir. A pauta, entretanto, vai muito além do menino interessante e bonitinho da oitava série: é a Amazônia. Este dado já seria suficiente para entender o que o tempo faria com a jornalista Débora Didonê, 34 anos.

Ela está à frente do projeto Canteiros Coletivos, que desde o início do ano passado vem adotando praças da cidade e promovendo plantio de novas árvores e intervenções artísticas.