Ocupação do espaço público é tema de roda de conversa proposta pelos Canteiros Coletivos

Nosso encontro do dia 13 de julho para trocar experiências sobre a ocupação cidadã de áreas verdes de convívio estava marcada para durar uma hora e meia, mas o desejo das pessoas de falar era tanto, que durou quase o dobro!

Diretoras e professoras participantes do projeto Escola Verde com Afeto estavam presentes em peso, ativistas que plantam árvores e criam hortas pela cidade, organizações que atuam em áreas de baixa renda para promover a ocupação de espaços públicos, grupos que lutam pelo reconhecimento cultural e histórico de parques da cidade, pesquisadores acadêmicos que levam a leitura territorial para as ruas, além de representantes de órgãos públicos que pensam e realizam ações na área ambiental.

Nosso bate-papo sobre Transformação do Espaço Público foi apenas um jeitinho de provocar interações entre os tantos personagens e histórias de afetos e entrelaçamentos urbanos que moradores de uma cidade tecem diariamente em busca de justiça ambiental e qualidade de vida. Todos e todas estavam ávidos por contar sobre seus espaços e suas descobertas e conquistas, e foi bem difícil precisar mediar esse tempo de fala!

O público total chegou a cerca de 50 pessoas. Gratidão a todas e todos que participaram! Às escolas Mestre Moa do Katendê, Eufrosina Miranda, Marileine da Silva, Sociedade Fraternal, Norma Ribeiro, à Marcella Arruda do Instituto A Cidade Precisa de Você, ao ativista Augusto Leal, a Wilson Brandão do Projeto Hortas Urbanas Salvador, à Zanna Matos, coordenadora de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia (SEMA), a Uelber Reis da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência da cidade de Salvador (SECIS), à Clara Matos, do laboratório Lugar Comum da FAU/UFBA, e ainda ao Grupo Ambientalista da Bahia, aos negócios socioambientais Alimente Solos, Justa Moda, e Somos Ser, ao Parque Pedra de Xangô, e tantas outras organizações e iniciativas importantes para nossas cidades que estavam presentes. Ainda partimos para mais trocas enquanto deliciávamos com os quitutes de Xibiu de Mainha e do Restaurante Manjericão. Nosso agradecimento super especial a toda equipe de voluntários dos Canteiros Coletivos, que deu a maior força para essa noite acontecer, e também à Casa Guió por abrir duas portas para o fortalecimento coletivo.

Que seja o primeiro encontro de muitos!